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Argentina entra em recessão e PIB desaba 3,5%

A economia da Argentina entrou, oficialmente, em recessão entre julho e setembro, após ter apresentado dois trimestres consecutivos de declínio econômico, de acordo com dados apresentados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país
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O Produto Interno Bruto (PIB) mostrou que a economia da Argentina caiu 0,7% no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores. Em relação ao mesmo período de 2017, o PIB argentino amargou um recuo de 3,5%.

De acordo com as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), 2018 fechará com a maior queda do PIB durante o mandato do presidente neoliberal Maurício Macri, que chegou à Presidência da República com a promessa de mudanças. “Cambiemos” (mudemos) era o slogan da campanha. A queda prevista para o PIB é de 2,6% no ano. Para 2019, o FMI prevê queda de 1,6%. A torrente de investimentos prometida por Macri nunca aconteceu.

Nesse quadro, diante do constante aumento do risco país, um dos indicadores da recessão é a paralisação pelo governo de todos os projetos de infraestrutura do programa de Participação Público Privada (PPP). Depois do ajuste acordado com o FMI, os PPP eram a única alternativa para não paralisar completamente as obras públicas.

A queda do consumo público e privado, dos investimentos e das importações explicam, segundo o jornal Página 12 o péssimo desempenho da atividade econômica combinada com a forte desvalorização da moeda e elevada taxa de juros.

O jornal argentino assinala que o governo redobrou para 2019 a aposta em um modelo de arrocho fiscal e contração monetária para chegar ao déficit zero, com o que espera assegurar ao FMI e aos investidores privados o pagamento da dívida. O resultado dessa estratégia é uma forte queda da atividade econômica.

Enquanto a economia argentina desaba, sobe a inflação para os pobres e indigentes. Segundo o jornal Página 12, a cesta básica da população pobre teve um aumento acumulado de preços de 57,3 por cento nos últimos 12 meses.

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